Fim de Semana

8 08UTC fevereiro 08UTC 2010 · Deixe um comentário

Um bom fim de semana parece que são três sextas seguidas!

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26 26UTC dezembro 26UTC 2009 · Deixe um comentário

Fui, Voltei…

Senti saudade e

resolvi ficar.

No meio do

caminho.

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TANTO

17 17UTC dezembro 17UTC 2009 · 1 Comentário

Sou o canto,

tão torto que acabo

nem conseguindo me prender.

Estou morto, tão fraco e sem

forças pra lutar.

Eu volto, tão bobo e com poucas

lembranças tentando

reaprender tudo de novo.

(de 07/11/2006)

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pedido: verso

5 05UTC dezembro 05UTC 2009 · 3 Comentários

pensa que sou poeta e me pede um verso…

acredito que sou, e te faço algo:

te faço esse verso assim, sei lá
pra você sorrir e sorrindo chegar lá
mas te peço para você só rir, pois só rindo
se chega lá!

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dançando no escuro

10 10UTC novembro 10UTC 2009 · 4 Comentários

Bombas que explodem do outro lado do mundo,

me parece ser do outro lado da rua.

Ao mesmo tempo [fora desse tempo]

uma música toca, uma mulher dança

e um homem não para, não para de rodar.

( de 16/10/2009)

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Ontem, presente e amanhã!

20 20UTC setembro 20UTC 2009 · 3 Comentários

Sabe aquela vontade passar o resto do dia deitado na cama coberto até o pescoço? Bem, foi assim que acordei naquela manhã de quarta-feira. Nem ousei pegar o relógio, mas deviam ser umas 7:30am e não ia mais conseguir chegar no trabalho sem me atrasar, então criei coragem de sentir preguiça: hoje não vou no trabalho!

Ali, deitado eu fiquei pensando em como é boa a vida das crianças e dos velhos, e em como as pessoas na minha (meia) idade têm a capacidade de macanizar o que a vida tem de melhor.

Levantei, passei um café e fui molhar o corpo pra dar uma despertada.Quando saí de casa dei uma olhada no relógio da cozinha, eram 9:45am.

Quando dobrei a esquina um ônibus estava passando, dei com a mão e ele parou. Subi sem ver o destyino e só percebi uns dois minutos depois que estava lá. Pra deixar a aventura(afinal, eu não sabia pra onde ia mesmo!) ainda mais bacana, ou não parecer um boboca prefiri não perguntar a ninguém que ônibus era aquele.

Percebi que estava tomando a direção da praia, gostei. Lembrei que quando era mais jovem e estava com a cabeça cheia adorava ver o mar, era como se limpasse minhas energias, aquele contato com a natureza. E foi envolvido nessas lembranças que desci do ônibus e fui caminhando pela rua comprida que ia dar no calçadão da praia.

Por ser meio de semana a praia estava muito tranquila, alguns velhos passeando com os cachorros, babás com crianças no banho de sol, que durava a manhã inteira no parquinho.

Depois de caminhar até um dos balanços mais fastados sentei e fiquei de longe observando um certo garoto que brincava sozinho com uma bola, do lado tinham duas bicicletas, alguém estava com ele, mas tinha se afastado por um instante. A quanto tempo eu não jogava bola, pensei. Nem me lembro, respondi. Podia ir lá agora e perguntar ao garoto se podiamos brincar juntos. Só que caras na minha idade não pedem pra brincar, marcam uma ‘pelada’ com os amigos do trabalho. Tudo em, esquece o trabalho.

Me levantei, para comprar um coco, e quando voltei o balanço estava ocupado, então sentei  num banco ao lado de um velho que sorrindo me comprimentou como se já me conhecesse. O garotão no balanço, ele dizia, é meu neto. Os pais estão passando férias lá em casa e aproveito para sair com ele. Me faz lembrar a minha infância, dos meus tempos de menino.

O velho, que não me disse seu nome, me falava de coisas que me pareciam familiares outras distantes da minha realidade. Confesso que nem dei muita atenção as suas histórias, pois ficava tentando lembrar de onde conhecia aquele homem. Algumas horas passadas e ele disse que já tinha que ir, mas que um dia nos reencontraríamos, e que quando isso acontecesse eu não me sentisse envergonhado, olhei pro garoto da bola, que ia embora com sua mãe, e da sua bicicleta nos acenou um tchau.

O velho sorriu e disse: Entendeu?

Não meus amigos, naquele momento eu não enetendia nada, mas sentia vontades e resolvi seguir. Levantei e dei um forte abraço no velho que, tinha me apresentado a minha vida, num dia em que eu nem mais sabia o que era viver.

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26 26UTC junho 26UTC 2009 · 2 Comentários

A gente sempre conversa,

a gente sempre se sente.

Mesmo quando não estamos perto.

Mas meus olhos não cegam de te ver, esses olhos

só sossegam ao te ver.

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Chorei

8 08UTC junho 08UTC 2009 · 3 Comentários

Ontem, antes de dormir eu chorei. Não sei bem qual o motivo do choro, mas nem me preocupei.

Chorar não é ruim, o ruim é pensar que chorar não é legal. Um choro pode ser uma explosão de alegria, como também pode ser uma vávula num momento de tristeza.

É preciso chorar, mesmo quando nem se sabe o porque do choro. A lágrima nos lava por dentro. Purifica, renova.

Ontem quando eu chorei, achei que seria bom contar isso pra alguém, talvez alguém que ainda pense que chorar é ruim. Um alguém que pense que para tudo é preciso um porque.

A magia está em viver os ‘o quês’ e não em descobrir os ‘porquês’.

(31/05/2009)

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CONFIDENCIAL

29 29UTC maio 29UTC 2009 · 3 Comentários

Hoje ao entrar na sala da aula de artes gráficas, disciplina do curso de Artes Visuais que estou cursando na UFS, recebo dos amigos um bilhetinho. Antes de abrir a folha li o que tinha escrito do outro lado:

PARA: UM PALHAÇO

CONFIDENCIAL

MAS TODO MUNDO JÁ VIU!

Achei as palavras, o bilhete e o todo, enfim de uma poética tão pura e simples. Como se deve ser, como nunca deveria ter deixado de ser.

Talvez ela, ou quem sabe eu… o momento, eu não sei bem. Talvez não seja tanto, até porque prefiro as coisinhas. Sim, aquelas que muitos aceitam só pra não desfazer eu desejo com tanto e todo prazer.

E aí volto ao início das minhas palavrinhas, da poesia pura e simples. Que nada mais é do que ela mesma. Que já basta por ser. Que já é por estar.

Ai, como é louca a cabeça de quem está apaixonado. Fazer uma análise da poética de um bilhete-brincadeira, será que isso dá dinheiro? Estou precisando!

Por favor, enviem-me por e-mail os bilhetes recebidos das pessoas que amam e aguardem uma completa análise dos sentimentos (amáveis) expressos de forma oculta.

Abraços, e até a vista!

yuri

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19 19UTC abril 19UTC 2009 · 3 Comentários

Eu só quero o que posso

o que é meu é dos meus

só quero ter amigos,

pois com eles sou o mais rico

simplicidade de amar

leveza que nos faz cair

numa cama de sonhos

num lar de maravilhas…

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